Concerto comemorativo dos 21 anos da Elevação de Estarreja a Cidade com dois talentos da terra
A não perder este sábado, dia 31, às 21h30, no Cine-Teatro de Estarreja.
Espetáculo tem como convidados os estarrejenses Cláudio Ferreira e Rafael Aguiar.
No âmbito da comemoração do 21.º Aniversário de Elevação de Estarreja a Cidade, a Câmara Municipal convida a Orquestra Filarmonia das Beiras para mais um concerto comemorativo e que terá a participação de dois talentos da terra. Sob a direção do maestro Cláudio Ferreira, e a presença do contrabaixista Rafael Aguiar, estes concertos comemorativos da Cidade de Estarreja continuam a valorizar o talento e o profissionalismo dos músicos locais. O espetáculo está marcado para este sábado, dia 31, às 21h30, no Cine-Teatro de Estarreja, com entradas livres.
Neste concerto, o programa tem início com a enérgica Abertura ao Estilo Italiano em Ré Maior, de Franz Schubert, e termina com a empolgante 7. o Sinfonia, de Ludwig van Beethoven. No centro do programa, o contrabaixista Rafael Aguiar interpreta o envolvente Concerto n.º 2 em Si menor para Contrabaixo e Orquestra de Cordas, da autoria do compositor italiano Giovanni Bottesini.
Cláudio Ferreira é um jovem maestro que se destacou ao vencer o 2.º prémio em Direção de Orquestra no Prémio Jovens Músicos (2022). Na temporada 2025, tem concertos agendados com a Orquestra Filarmonia das Beiras, a Orquestra Clássica do Centro, a Orquestra Sinfónica do Porto (CdM), a Orquestra Metropolitana de Lisboa e a Orquestra Sinfónica Portuguesa (TNSC). É convidado regular das principais orquestras portuguesas, tendo ainda colaborado com a Orquestra e Coro do Projeto Xiquitsi, em Maputo-Moçambique. No âmbito da música contemporânea, tem interpretado e estreado obras de compositores nacionais e estrangeiros para formações diversas. É Diretor Artístico e Maestro Titular da Orquestra Juvenil de Viseu, uma parceria entre o Município de Viseu e o Conservatório Regional de Música Dr. José de Azeredo Perdigão.
Nascido em 2003 em Canelas, Rafael Aguiar iniciou o seu percurso musical na Escola de Música Francisco Bingre, ingressando posteriormente na classe de contrabaixo do Conservatório de Música de Aveiro. Prosseguiu os seus estudos na Escola Superior de Música de Lisboa, na classe dos professores Manuel Rego e Domingos Ribeiro, concluindo em 2024 com nota máxima.Vencedor do Concurso Nacional de Cordas Vasco Barbosa em 2017 e 2021, e segundo prémio ex aequo em 2023, apresentou-se como solista com a Camerata Atlântica e com a Orquestra da Escola Superior de Música de Lisboa. Integrou diversos projetos orquestrais nacionais e internacionais, incluindo a Jovem Orquestra Portuguesa, a EYOA Academy Mannheim, a Joven Orquesta Nacional de España e a Orquestra de Jovens do Mediterrâneo. Colabora como reforço com a Orquestra Gulbenkian, a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras e a Orquestra de Câmara Portuguesa. É membro fundador da Camerata Lusa, da qual faz parte. Em 2024 venceu a prova para o lugar de Contrabaixista Tutti da Orquestra Sinfónica Portuguesa, onde se encontra a trabalhar atualmente.
A Orquestra das Beiras foi fundada em 1995 no âmbito de uma iniciativa governamental para criar uma rede de orquestras regionais e deu o seu primeiro concerto a 15 de Dezembro de 1997. Foi fundada por várias instituições e municípios da região das Beiras (Região Centro de Portugal). A orquestra é composta por músicos de cordas, sopros e percussão altamente qualificados, formados em instituições de prestígio e com uma vasta experiência internacional. Ao longo dos anos, colaboraram numa vasta gama de projetos musicais com mestres de renome da música clássica.
A música de cinema e o teatro musical também proporcionaram oportunidades valiosas de ligação com públicos mais vastos. As colaborações com artistas de uma diversa gama de géneros musicais — tanto nacionais como internacionais — constituem uma parte significativa da sua missão. Nomes notáveis de uma extensa lista incluem Andrea Bocelli, Bernardo Sassetti, Carlos do Carmo, Camané, Carminho, Gilberto Gil, James, Maria João, Mário Laginha, Mariza, Paulo de Carvalho, Rui Veloso e Vitorino.
PROGRAMA:
Franz Schubert (1797-1828)
Abertura ao Estilo Italiano em Ré Maior, D. 590
Giovanni Bottesini (1821-1889)
Concerto n.º 2 em Si menor para Contrabaixo e Orquestra de Cordas
I. Allegro
II. Andante
III. Allegro
Ludwig Van Beethoven (1770–1827)
Sinfonia n.º 7, em Lá maior, op. 92
I. Poco sostenuto – Vivace
II. Allegretto
III. Presto – Assai meno presto
IV. Allegro con bri


