Festival de Samba de Estarreja vive a sua 22.ª edição

Nos dias 25, 26 e 27 de setembro, o Festival de Samba de Estarreja 2026 reúne música, dança e grandes nomes do samba.

quinta, 27 de agosto 2026


Com a presença de escolas de samba que representam os carnavais do país e com sambistas do Rio de Janeiro, Estarreja recebe espetáculos, workshops, conversas e momentos de convívio. O evento é promovido pela Associação Cultural e Recreativa Escola de Samba (ACRES) Vai Quem Quer e conta com o apoio da Câmara Municipal de Estarreja.
 
Um dos destaques do programa acontece na abertura do evento com uma das grandes vozes do Carnaval do Rio de Janeiro, Wander Pires, em palco numa noite especial ao lado da banda do estarrejense Nuno Bastos. O festival conta ainda, no papel de formadores, com Andressa Marinho, Maryanne Hipólito, Thays Busson e Guido Ventapane, que trazem a sua experiência do Carnaval do Rio aos workshops que decorrem ao longo do fim de semana.
 
Na música, sobem também ao palco “É no Pagode”, Rodriguinho e “Samba de Casa”, numa programação onde o samba se vive em todas as suas formas. O último dia fica ainda marcado por uma vertente solidária: no domingo à tarde, no concerto “Samba de Casa”, com a participação especial de Wander Pires e Guido Ventapane, será promovida a recolha de bens não perecíveis, que reverterão a favor de uma instituição local.

No âmbito do Regulamento de Apoio ao Associativismo, a Câmara Municipal de Estarreja deliberou aprovar, por unanimidade, a atribuição de um subsídio corrente no valor de 4.500,00€ à ACRES Vai Quem Quer, referente à organização do 22.º Festival de Samba de Estarreja.
 
Sendo o Carnaval de Estarreja um dos eventos âncora do Município, que dinamiza a economia local, o que se pretende ver refletido em vários momentos ao longo do ano, e havendo um trabalho de parceria desenvolvido com os grupos do Carnaval, o Festival de Samba constitui mais um meio de divulgação do carnaval estarrejense.
 
Com o apoio à organização destes eventos, o município contribui para a democratização da cultura em colaboração com o movimento associativo, enriquecendo a comunidade e o território.